Caso Tayná: exames de DNA concluídos e inquérito sobre tortura finalizado

PARQUE TAYNAO material genético do homem conhecido como “Baixinho”, quinto elemento no Caso Tayná, não é o mesmo do encontrado na vítima. O homem também é funcionário do parque onde os outros suspeitos, que chegaram a ser presos, trabalhavam. No dia da prisão, ele chegou a ser levado junto para a delegacia, mas foi liberado na sequência. O Exame do Instituto Médico Legal de Curitiba aponta ainda que o sêmen encontrado no corpo de Tayná Adriane da Silva, de 14 anos, não é do proprietário do parque de diversões ou do filho dele. A Polícia Civil tem até o dia 15 de agosto para apresentar a conclusão do inquérito.

gaecoTortura

A investigação sobre a tortura dos suspeitos, feita pelo Gaeco, o Grupo de Atuação Especial e Combate ao Crime Organizado, foi concluída na tarde de ontem (segunda). A denúncia do Ministério Público deve ser apresentada nos próximos dias. A partir disso, a Justiça vai determinar se os policiais vão ser mantidos presos ou não. Dez policiais civis; um militar; dois guardas municipais de Araucária, na região metropolitana; um auxiliar de carceragem; e um chamado “preso de confiança” foram acusados de torturar os quatro homens inicialmente apontados como autores da morte da menina Tayná Adriane da Silva, de 14 anos.

Imagem: Brasil Urgente / Band TV

Policiais soltos

Dois policiais civis que foram presos acusados de tortura no caso Tayna foram soltos no final da tarde de ontem (segunda). Lucas Garcia e José Paulo de Freitas e Silva deixaram a delegacia de Furtos e Roubos de Veículos acompanhados do advogado. O delegado Silvan Rodney Pereira, que iniciou as investigações, continua preso. Todos os acusados foram denunciados pelos quatro suspeitos de matar a menina disseram, em depoimento no Ministério Público, que foram torturados. Eles reconheceram os acusados por meio de fotos.

A cela, com capacidade para oito pessoas, tinha 37 presos

Investigação continua

A Polícia Civil tem até o dia 15 de agosto para concluir o inquérito sobre a morte da garota Tayná Adriane da Silva. Até agora o assassino não está preso. A adolescente foi encontrada morta no fim do mês passado em um terreno de Colombo, na região metropolitana de Curitiba. Quatro suspeitos foram presos, mas liberados por falta de provas. Eles foram levados para outro Estado, com proteção policial.

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