47% dos policiais que usam o Hospital da PM consideram a assistência péssima

47% dos policiais que são atendidos pelo Hospital da Polícia Militar consideram péssima a assistência médica e hospitalar do local. 87% avaliam que o atendimento piorou depois que outros servidores do estado passaram a ter direito a usar o hospital, por determinação do governo do Paraná. 97% dos policiais são contra a manutenção do convênio. Os dados fazem parte de um levantamento feito pela associação que representa os policiais militares, a Amai. Mil PMs responderam a um questionário entre os dias 19 e 26 de março. Entre os principais problemas apontados estão: a dificuldade para agendar uma consulta, falta de horários com os médicos e a superlotação do pronto-socorro. O presidente da Amai, coronel Elizeu Furquim, considera que a abertura do Hospital da PM para civis piorou muito a qualidade do atendimento e a polícia foi a mais prejudicada com isso. Para o governador Beto Richa, o hospital melhorou com o convênio. Ele considera que o local estava com muitas alas que eram subutilizadas. O Hospital da Polícia Militar passou receber servidores públicos de Curitiba e Região Metropolitana do Sistema de Atendimento à Saúde, o SAS, em outubro do ano passado.

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