Apenas duas empresas querem administrar Pedreira, Ópera e Parque Náutico

O contrato de concessão da Pedreira Paulo Leminski, do Parque Naútico do Iguaçu e da Ópera de Arame deve ser assinado em dois meses. Ontem foram abertos os envelopes com as propostas técnicas e apenas duas empresas apresentaram interesse em participar da licitação. A vencedora terá que fazer pelo menos 15 milhões de reais em investimentos nos três locais e terá direito a explorar os espaços por 25 anos. Nesse período, 4% de toda a arrecadação com os eventos deve ser repassado à Prefeitura de Curitiba. O superintendente de concessões da Secretaria Municipal de Administração, Wilson Justus, explica que agora as empresas serão avaliadas no quesito técnico.

O resultado da avaliação técnica será divulgado no dia 18 deste mês. Estão na disputa a Parnaxx, de Curitiba, que organiza o Festival de Curitiba, e a DCSet, com sede em São Paulo, responsável pelo Planeta Atlântida e pelas turnês do cantor Roberto Carlos no Brasil e no exterior. O processo pode ser questionado na justiça em ações populares, por ser considerado privatização de espaços públicos. O superintendente nega que a Prefeitura esteja privatizando esses locais.

Entre as obras previstas para a Ópera de Arame estão: troca da cobertura do palco e da lateral, restauração do palco, camaris, sala de apoio e banheiros e desenvolvimento de um projeto para melhorar a acústica. Na Pedreira, a empresa terá que reformar o palco, a pista, os banheiros, fazer obras de acessibilidade e construir um espaço para a Polícia Militar. O Parque Náutico deve passar por aterro e sinalização, para receber shows de grande porte.

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