Artistas de rua compõe o cenário urbano de Curitiba

Na correria habitual das grandes cidades, muitas vezes é difícil parar para perceber o cenário urbano. Mas quem tem o costume de andar por alguns locais de Curitiba já se acostumou com as intervenções dos chamados artistas de rua.

E tem muito curitibano que, como a estudante Ana Júlia Gumz, gosta de parar para apreciar o trabalhado dessas pessoas.

E não é incomum encontrar malabaristas ou artistas que ganham a vida nos semáforos. Mas nem todo mundo considera isso arte, como é o caso do pesquisador científico Abauri Bartozeck.

O flautista Adriel Lima Vieira trabalha na rua XV, no centro de Curitiba. Ele não tem as duas pernas, pois sofreu um acidente com trem quando tinha 12 anos. O flautista conta que já trabalhou pedindo dinheiro nos semáfaros, mas que tocar flauta é uma atividade bem mais gratificante.

Adriel afirma que, em média, consegue entre R$ 37, 40 reais por dia. O palhaço Chameguinho Show, que fica na rua XV brincando com quem vai e com quem vem, trabalha há 28 anos como artista de rua. Ele conta porque vale a pena trabalhar ao ar livre.

O palhaço ainda explica qual é, para ele, a diferença entre os artistas famosos e aqueles que usam a rua como palco para apresentações.

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