Brasileiros têm conquistado posições de destaque no ranking mundial de triátlon

A cada competição os brasileiros têm conquistado posições de destaque no ranking mundial de triátlon. Pelo menos 100 atletas do país participaram do Campeonato Mundial de Meio Iron ou Ironman 70.3 no começo do mês de setembro, em Chattanooga, nos Estados Unidos. Durante a prova, os atletas percorreram 1.900 metros de natação, 90 quilômetros de ciclismo e 21 quilômetros de corrida.

O artista plástico e triatleta, Valter de Souza, participa de competições há seis anos e no mundial ficou na décima posição na lista de melhores do mundo. Mas ele lembra que a rotina de um atleta de alta performance não é tão fácil como se imagina. Ele explica que para conseguir chegar no topo é preciso ter disciplina, fazer escolhas e o fundamental, ter o apoio da família.

A triatleta Vanusa Alberti, que na competição dos Estados Unidos, ficou entre as dez melhores triatletas amadoras do mundo, diz começou com os treinos intensos há apenas dois anos e se apaixonou pelo esporte. Já participou de oito competições semelhantes e fala que no fim de cada desafio, a sensação é de dever cumprido.

Mas nem só de conquistas vivem os atletas. Valter de Souza conta que esbarra em dificuldades no Brasil que o impedem de chegar ainda mais longe. Ele reclama da falta de estrutura e do pouco reconhecimento para os atletas.

Atualmente, os organizadores do Ironman Brasil estimam em cerca de 15 mil o número de praticantes do esporte no país. Vanusa Alberti lembra ainda que o esporte pode ser praticado por pessoas de qualquer idade e, por isso, o número de competidores da modalidade aumenta a cada ano.

As próximas competições do IronMan ocorrem no Rio de Janeiro, no mês de outubro e em Fortaleza, em novembro. Os desafios classificam os atletas para a tão sonhada vaga no mundial da África do Sul em 2018.

 

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