Calçadão da XV completa 40 anos neste fim de semana

Neste final de semana a Rua XV completa 40 anos. Muitos curitibanos não sabem, mas o local, que fica no centro de Curitiba, foi a primeira grande via exclusiva para pedestres. Os carros foram proibidos de circular no local no ano de 1972. Mas a história da “XV” começa bem antes dessa data. Em meados do século XIX (19) a rua já constava nos mapas da cidade. O espaço é, com certeza, um dos que mais representa a história da capital paranaense. Mas, hoje em dia, quem frequenta a Rua XV? Grande parte dos que passam por ali estão “morrendo de pressa”:

 

O músico Lucas de Oliveira Godói diz que é difícil conseguir tempo para parar e observar a cidade.

Mas não é todo mundo que pensa e age assim não. Muitos escolhem a rua XV para passear e ter um momento de lazer. É o caso do contabilista Sergio Ianague. Ele conversou com Iara Maggioni.

A professora aposentada Maria Strobel diz que gosta de freqüentar a XV de Novembro, porque o lugar lhe traz ótimas lembranças.

O professor aposentado Antonio Sérgio Gomes mora em Ribeirão Preto, mas vem com freqüência visitar Curitiba. Há cerca de 20 anos ele viveu aqui na capital. Comparando com os dias atuais, ele diz que a rua XV perdeu um pouco o charme que tinha antigamente.

E a rua XV é também um tradicional ponto de encontro. Quem nunca ouviu falar na famosa “Boca Maldita”? O local reúne vários grupos, especialmente de homens mais velhos e já aposentados. A reportagem da Band News quis saber o que tem de tão interessante na rua XV. E olha só as respostas dos aposentados Petrônio Matias, de 80 anos, e Eunilto Conceição, de 76.

No início da reportagem a gente falou que antigamente os carros podiam passear pela Rua XV. E esse grupo de aposentados lembra com alguma saudade daquele tempo.

A conhecida “Boca Maldita” tem esse nome, pois é um tradicional espaço de encontro para discussão dos mais variados assunto. Como nós vimos, até as mulheres viram temas de conversas.

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