Caminhoneiros mantêm 33 pontos bloqueados no sexto dia de protestos em estradas do Paraná

Foto: divulgação / PRF

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Onze trechos de rodovias federais e 22 de estradas estaduais estão bloqueados por protestos de caminhoneiros nesta terça-feira (24) de manhã no Paraná. Em Santa Catarina, o último boletim da PRF aponta 16 pontos bloqueados, principalmente no Interior do Estado. Segundo a Polícia Rodoviária Federal, nas BRs, todos os caminhões são impedidos de passar. Apenas automóveis e ônibus são liberados nos pontos parcialmente bloqueados.

Já a Polícia Rodoviária Estadual afirma que caminhões com cargas vivas e perecíveis também são liberados. Na Grande Curitiba, não há informação sobre manifestações de caminhoneiros neste momento.

Bloqueios

Nas rodovias federais do Interior do Paraná, os bloqueios parciais são em Nova Esperança, no km 137 da BR-376; em  Santo Antônio do Sudoeste, no km 32, da BR-163; em Perola do Oeste, km 64, da BR-163; em Capanema, no km 86, da BR-116; em Guarapuava, no km 338, da BR-277, em Arapongas, no km 178, da BR 369; em Apucarana, no km 245, da 376; em Mauá da Serra, no km 295, da 376; em Marialva, no km 187, da BR  376; em Marechal Cândido Rondon, no km 284 da BR 136 e em Coronel Vivida, no km 478, da BR 373.

De acordo com o último boletim da PRE, nesta terça-feira, nas rodovias estaduais, os bloqueios parciais são em Sertnópolis, no km 36, da PR-323; em Jardim Alegre, nos kms 091 e 100; em Marechal Cândido Rondon, no trevo do km 0, da PR-491; em Santa Fé, no km 467 da PR-317; em Astorga, no km 254, da PR-218; em Guarapuava, no km381 da PR-170; em Manoel Ribas, no km 295 da PRC-487; em Pitanga, nos km 179 e 180 da PRC-466; em Palmas, no km 130 da PRC-280;  em Chopinzinho, no km 467 da PR-281; em Realeza, no km 459 da PR-182; em Vitorino, no km 528 da PR-158; em Itapejara do Oeste, no km 01 da PR-483; e no km 12 da PR-566; em Clevelândia, no km 175 da PRC-280; em Dois Vizinhos, no kms 535 e 540; em Mariópolis, no km 194 da PRC-280; em Marmeleiro, no km 255 da PRC-280; em Nova Prata do Iguaçu, no km 222 da PR-471; em São João, no km 85 do PR-562; e em Francisco Beltrão, no km 01 da PR-483 e no km 541 da PR-541.

Em Santa Catarina, o último boletim da PRF aponta 16 pontos bloqueados, principalmente no Interior do Estado. Na região de Mafra, os bloqueios são em São Bento do Sul, no km 122 da BR 280 e em Papanduva, no km 54 da BR 116; na região de Rio do Sul, o bloqueio é em Pouso Redondo, no km 174 da BR 470; na região de Joaçaba, os bloqueios são em Campos Novos, no km 339 da BR 470 e no km 317 da BR 282; em Catanduvas, no Trevo de Jaborá, no km 402 da BR 282; em Irani, no km 64 da BR 153; em Concórdia, no km 97 da BR 153; e na região de Chapecó, em Cunha Porã, no km 109 da BR 158; em Palmitos, no km 139 da BR 158; em Xanxerê, no km 504  da BR 282; em Nova Erechim, no Posto Maxsull, no km 571 da BR 282; em Maravilha, no trevo do km 605 da BR 282; em São Miguel do Oeste (trevo) – km 645 da BR 282; em Guaraciaba, no Km 87 da BR 163, no trevo de Anchieta; e em São José do Cedro, no km 101 da BR 163.

Reivindicações são generalizadas

Os caminhoneiros protestam contra a alta dos combustíveis, impostos estaduais, como ICMS, além do aumento dos preços dos pedágios e dos valores dos tributos sobre o transporte, além das condições das rodovias. No Paraná, além dos aumentos seguidos nos combustíveis e impostos estaduais, os caminhoneiros pedem melhorias nas estradas, menor valor do pedágio e a criação de uma tabela com preços fixos a serem cobrados pelo frete por quilômetro rodado, não mais por viagem. Os caminhoneiros se queixam dos baixos valores recebidos pelos fretes e também são contra os baixos valores para transporte de grãos.

Um dos pedidos é que o governo estadual reduza a alíquota de ICMS cobrado no diesel e force empresas que contratam frete a seguir uma tabela de preços mínimos, que cubra os custos. O imposto estadual representa a maior taxa no valor final do combustível.

Enquanto a alíquota do imposto estadual, ICMS, sobre a gasolina e diesel segundo a tabela da Petrobrás é de 13%, no Paraná subiu de 28% para 29% do custo total neste ano. Já os caminhoneiros do Mato Grosso, Santa Catarina e Rio Grande do Sul também reclamam do preço do diesel, que sofreu reajuste médio nacional de 8% no dia 1º de fevereiro.

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