Caminhoneiros protestam pelo segundo dia em estradas do estado

(Foto: divulgação/PRF)

Entre os mais de 20 pontos de protestos em rodovias federais e de 30 em estradas estaduais, estão parados caminhões com diferentes tipos de materiais carregados. A orientação do Sindicam – Sindicato dos Transportadores Rodoviários Autônomos de Bens no Estado do Paraná – é que cargas de animais ou de produtos perecíveis sejam liberadas.

Mas em alguns casos, motoristas com cargas que podem estragar estariam sendo impedidos de seguir viagem. É o que afirma o ouvinte José Claudio Arthur, que está no bloqueio desde as oito e meia da noite de ontem (21). Com plantas no caminhão, ele se preocupa com a possibilidade de perder o material.

José é dono de uma loja de plantas e apoia o movimento, mas é contra o fato de ser obrigado a ficar parado, já que precisa fazer a entrega da carga que está dentro do baú. Ele relata caminhões com produtos perecíveis na fila.

O vice-presidente do Sindicam, Josemar Cunha Bueno, afirma que situações como a relatada por José não deveriam estar ocorrendo e que não chegaram até a organização do movimento.

Em entrevista à rádio Band News na manhã desta terça (22), o Chefe da Comunicação Social da Polícia Rodoviária Federal, Fernando Oliveira, também destacou que não há esse tipo de bloqueio nas filas.

Os protestos começaram ontem (21) de manhã. Em diversos estados, caminhoneiros bloquearam rodovias parcialmente ou pararam em acostamentos contra o aumento dos combustíveis. Ainda não há previsão de término das mobilizações.

(Foto: divulgação/PRF)

 

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