Cerca de 2500 pessoas moram nas ruas de Curitiba

Em grupos ou cuidando de carros, os moradores em situação de rua – como são chamados pela Prefeitura de Curitiba – se dividem em bairros e nas regiões centrais. De acordo com a coordenadora do Resgate Social de Curitiba, Luciana Kuzmann, normalmente eles são abordados e levados para albergagem e alimentação.

Mas, segundo um ouvinte da Band News FM que não quis se identificar temendo represálias, dez deles vivem na Praça Divina Pastora, nas Mercês, sem qualquer condição de higiene e saúde. De acordo com ele, não há qualquer trabalho junto aos moradores de rua.

Luciana Kuzmann disse que para atuar, o Resgate Social precisa receber o pedido da população pelo telefone 156. Em casos mais graves, de desrespeito à lei, a Polícia Civil ou a Guarda Municipal precisam ser acionados

Em casos de dependência química, os moradores de rua são orientados a passar por comunidades terapêuticas. Um médico da família faz o atendimento na rua e encaminha para tratamento psiquiátrico, quando é o caso. Luciana Kuzmann orienta aos curitibanos que evitem dar esmolas e contribuições voluntárias para os moradores de rua. A dica é para doar roupas e alimentos diretamente para a FAS – Fundação de Ação Social.

 

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