Comércio tem queda de 6,13% entre março e abril, mas ainda acumula resultado positivo no ano

Foto: Arquivo/ANPr

As vendas no varejo paranaense sofreram uma queda de 6,13% entre março e abril deste ano. Ainda assim, de acordo com levantamento da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Paraná (Fecomércio PR), o acumulado nos quatro primeiros meses do ano é positivo em 6,34%. As vendas foram 8,48% maiores na comparação com o mês de abril de 2017.

No acumulado do ano, os setores de maior destaque foram as concessionárias de veículos (37,15% de aumento acumulado nas vendas), as lojas de departamentos (10,16%) e de materiais de construção (9,89%). Por outro lado, sofreram redução nas vendas os ramos de vestuário e tecidos (-8,54%), móveis, decorações e utilidades domésticas (-7,06%), óticas, cine-foto-som (-5,52%) e combustíveis (-5,2%). O varejo da região Oeste continua se destacando e apresentou crescimento de 20,08% no acumulado do ano. A região também teve o melhor desempenho na análise interanual, com aumento de 25,22% nas vendas de abril deste ano ante o mesmo mês de 2017.

Os bons resultados derivam do movimento adicional nos setores de concessionárias de veículos, materiais de construção e calçados. No acumulado do ano, Londrina registrou alta de 13,66% nas vendas, seguida pelo Sudoeste (4,27%), Maringá (3,62%) e Ponta Grossa (1,75%). O faturamento do varejo de Curitiba e região permaneceu estável, com 0,32%. O número de funcionários do varejo paranaense teve pouca alteração no acumulado de janeiro a abril, com 0,13%. Na região Oeste, as contratações aumentaram 3,73%; em Ponta Grossa, 1,36%, e na Capital, 0,21%.

No Sudoeste houve redução de 6,97% nos postos de trabalho do setor terciário, bem como em Maringá (-2,34%) e em Londrina (-0,99%). A folha de pagamento dos trabalhadores do varejo teve alta de 4,73% entre os meses de janeiro e abril. Na comparação com abril do ano passado, os salários e comissões ficaram 4,23% maiores. Os estoques foram ampliados em 9,17% no acumulado do ano e 22,54% na comparação com abril de 2017.

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