Diretório Acadêmico apoia greve na UTFPR

Os professores que não quiserem aderir à greve nacional das Universidades Federais tem o direito de aplicar provas e dar faltas aos alunos durante o período de paralisação. Apesar da adesão massiva nos campi de Curitiba, alguns profissionais decidiram seguir o calendário acadêmico e por isso continuam dando aulas. Mas estes são a minoria, visto que 80% da categoria em Curitiba aderiu a greve. Na Universidade Tecnológica Federal os estudantes decidiram apoiar o movimento nacional dos professores e criaram uma paralisação própria. O Presidente do Diretório Acadêmico da UTFPR, Rafael Martins, explica que a ideia é apoiar os professores.

Alguns diretórios da Universidade já aderiram a manifestação dos alunos. Rafael explica que não vale a pena ir para faculdade para assistir apenas a uma aula.

O pró-reitor da Universidade Tecnológica Federal do Paraná Maurício Alves Mendes, explica que os professores tem a prerrogativa de manter os trabalhos nas salas de aula, inclusive para aplicar avaliações nesse período. Ele aconselha que os alunos conversem com os professores.

Mais de 65 mil alunos estudam nas universidades federais do Estado.

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