Economia de Antonina sofre por problemas no Porto

Navios de médio e grande portes não podem mais atracar no Porto de Antonina, no litoral do Paraná. A decisão foi tomada pela Capitania dos Portos no dia 20 de fevereiro. Há quase dois meses, a movimentação de cargas no porto é inexistente. De acordo com Luiz Carlos de Souza, que trabalha na Ponta do Félix, em Antonina, a redução do calado de 7 metros para seis metros fez com que a economia local entrasse em pane e a inadimplência aumentasse. A solução imediata, segundo ele, é a dragagem emergencial da baía.

A paralisação da movimentação de cargas pode trazer demissão em massa no Porto de Antonina. Atualmente, 300 funcionários trabalham na Ponta Félix. Em todo o porto são mil funcionários diretos e indiretos.

No ano passado, Antonina registrou média de dez navios por mês fazendo com que a carga movimentada em importações e exportações fosse a maior desde 2007. Atualmente, o principal produto que passa pelos terminais da autarquia é o fertilizante. A assessoria de imprensa da APPA – Administração dos Portos de Antonina e Paranaguá informou que a solução para o problema passa pela dragagem que está em processo licitatório. A expectativa é de que em 20 dias o serviço seja iniciado. A dragagem aumentará o calado de Antonina para 8 metros e 800 – o que fará com que o porto opere normalmente. Na Capitania dos Portos, ninguém fala sobre a redução do calado do Porto de Antonina.

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