Especialista diz que escolher profissão pelo dinheiro pode acabar em insatisfação

Você está satisfeito com a profissão que escolheu? Sente um pouco de inveja de determinado amigo que ganha mais, ou que nem tem um salário tão alto assim, mas que vive contente por realizar um trabalho que lhe satisfaça? O que faz com que uma profissão seja prazerosa? A resposta costuma ser bastante subjetiva. No entanto, é comum acompanhar levantamentos que mostram as melhores e piores profissões do mundo! Uma pesquisa realizada por uma empresa norte americana e que foi divulgada no mês de abril apontou que, atualmente, o melhor trabalho é o de Engenheiro de Software – profissional responsável por criar diferentes programas para computadores. Em segundo lugar ficou a profissão de Autuário, ou seja, aquele que faz cálculos de risco de bens privados e de seguros de vida de outras pessoas. Na sequência aparece o gerente de Recursos Humanos. Na outra ponta da tabela, estão as piores profissões. Em último lugar ficou a ocupação de lenhador. Os argumentos principais são de que a profissão tem um futuro incerto, além de exaustivas jornadas de trabalho e remuneração baixa. Em penúltimo lugar aparece a profissão de pecuarista, também com problemas parecidos aos enfrentados pelo lenhador. Mas esses rankings de melhores e piores profissões costumam ser bastante questionados. O psicólogo Ivo Carraro, que trabalha com orientação vocacional, diz que não acredita muito nesses levantamentos. Para ele, o grande problema da insatisfação na carreira é escolher uma profissão que parece oferecer melhor remuneração. Para o psicólogo, sempre há tempo para mudança. Se alguém não está satisfeito com a profissão ou o trabalho exercido, é possível buscar uma outra atividade. E a orientação é quase sempre a mesma: buscar uma carreira que dê prazer.

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