Estudantes paranaenses estão entre finalistas de competição promovida pela Nasa

Divulgação / AENotícias PR - Na foto, Jennifer Gabriela Jetka e Raul Guedes Carlessi

Divulgação / AENotícias PR – Na foto, Jennifer Gabriela Jetka e Raul Guedes Carlessi

Onze estudantes paranaenses estão entre os finalistas de uma competição tecnológica promovida pela Nasa, a Agência Espacial dos Estados Unidos. Os jovens participam da iniciativa, conhecida como Hackathon, divididos em duas equipes, e concorrem em diferentes categorias. Eles rivalizam com competidores de outros 69 países e a ideia do concurso é estimular o desenvolvimento de soluções para problemas indicados pelo órgão.

Raul Guedes Carlessi tem 14 anos e é um dos finalistas. Ele cursa o nono ano do Ensino Fundamental no Colégio Estadual Arlindo Carvalho de Amorim, em Curitiba, e conta que a proposta da qual ele faz parte é a de um dispositivo que usa dados captados por um satélite na Nasa que transmite as coordenadas de focos de incêndios e queimadas a aparelhos de rádio.

Também estão na equipe dele os estudantes Daniel Marques, Marquistei Medeiros, Marcos de Mello e Paloma Lecheta. O grupo conquistou o primeiro lugar entre os competidores do Estado.

A outra equipe paranaense, da mesma escola, trabalha no desenvolvimento de um dispositivo que projeta imagens da Síria antes da guerra a partir de um aparelho de telefone celular. Jennifer Gabriela Jetka, de 13 anos, está no oitavo ano do Ensino Fundamental e explica que a ideia é mostrar o lado já esquecido do país.

Jennifer atua na iniciativa ao lado dos colegas Bruna Paese, Duncan Crowley, Eduardo Yutaka, Guilherme Dias da Silva e Trenton Roncato. O projeto deles ficou em primeiro lugar em uma votação popular nacional e a pesquisa está entre as indicadas para a fase de escolha pública internacional.

Ao todo, no Brasil, o desafio foi realizado em quatro estados. No Paraná, a competição envolveu 125 participantes.

Os campeões regionais terão os trabalhos avaliados por uma comissão internacional, enquanto os selecionados via escolha popular nacional vão concorrer na votação mundial. A equipe mais votada também terá o trabalho acompanhado.

Os melhores projetos serão assessorados por pesquisadores, e os integrantes dessas propostas vão ganhar viagens aos Estados Unidos para conhecer as instalações da Nasa.

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