Experimento em escola mostra a crianças reações químicas com palavras de amor e de ódio

Imagem ilustrativa - Teoria de Masaru Emoto

Imagem ilustrativa – Teoria de Masaru Emoto

Um experimento inspirado na pesquisa de um cientista japonês mudou completamente a forma como os alunos de uma escola particular da região oeste de Curitiba lidam uns com os outros. Para diminuir atrito entre as crianças, a professora de educação física Ana Paula Frezatto Martins decidiu colocar em prática a Teoria de Masaru Emoto, sobre o poder dos pensamentos e das palavras. Usando dois potes com arroz cozido dentro, ela orientou os estudantes para que dissessem coisas ruins, que elas costumam ouvir no dia a dia, para um dos recipientes, que foi selado em seguida. Na sequência, foi a vez das frases boas e positivas ditas ao outro vidro, que também foi fechado. O resultado é a própria docente quem conta.

Entre outras coisas, os alunos disseram que o arroz não servia para nada, que era imprestável, burro e que não conseguia fazer nada de bom. Já para o outro pote eram frases como: “você é especial”, “você tem capacidade” e “você consegue fazer qualquer coisa”. Depois disso, bastou esperar.

A teoria do cientista japonês defende que cada pensamento ou palavra proferida gera uma emoção e uma reação bioquímica correspondente, e que isso se manifesta no organismo por meio de três sistemas: imunitário, nervoso central e endócrino. Para testar essa hipótese, o pesquisador congelou água, que é capaz de absorver informações na forma de diferentes elementos, em frascos de vidro com palavras escritas voltadas para o líquido. Depois, ele usou uma câmera especial para fotografar os cristais formados sob a influência das palavras negativas e positivas. O resultado revelou que os mais belos cristais foram os que receberam palavras de amor e gratidão. O restante, que esteve diante de palavras de ódio e rancor, ficou completamente distorcido.

Vale lembrar que os dois potes de vidro do experimento feito com as crianças tinham as mesmas características e foram expostos às mesmas condições ambientais. E a professora não descarta a possibilidade de desenvolver novas iniciativas como esta, realizada na escola Atuação, para conscientizar os alunos da importância e do peso das palavras.

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