Falta de escolta policial prejudica andamento de processos

Processos estão parados na justiça por falta de escolta de presos. Segundo um servidor do judiciário que entrou em contato com a Rádio Band News FM, sem agentes para levar os presos de penitenciárias, como a Penitenciária Feminina, para o local das audiências, o processo não tem como prosseguir. O servidor, que prefere não ter o nome divulgado, reclama que o problema atrasa todo o serviço do judiciário.

Segundo ele, a falta de escolta já se arrasta há três meses.

O problema é de quem é a responsabilidade da escolta. Enquanto a Secretaria de Justiça diz que é obrigação das polícias civil e militar, a Secretaria de Segurança Pública alega que detentos de penitenciárias deveriam ser escoltados por agentes da Seju. O diretor do departamento penitenciário do Paraná Maurício Kini reconhece que há o problema e cobra uma atitude da Secretaria de Segurança Pública.

O delegado chefe do centro de triagem da polícia civil Roberto Fernandes alega que o departamento penitenciário tem estrutura para fazer a escolta de presos, mas tem colocado essa responsabilidade na polícia civil.

Enquanto a situação não é resolvida, inúmeras audiências que precisam da presença dos presos não são realizadas.

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