Família das vítimas do atropelamento ainda não procurou apoio jurídico para o caso

A família de Laura de Souza, de 8 anos, atropelada no último sábado (7) por um motociclista na Avenida do Batel, ainda não procurou apoio jurídico para o caso. A menina segue internada na Unidade de Terapia Intensiva do Hospital Pequeno Príncipe, em Curitiba. A prima dela, a enfermeira Adriana Aparecida Melik, de 38 anos, também está em uma UTI, no Hospital do Trabalhador. A tia paterna de Laura, Vivian Baptista de Souza, conversou com nossa equipe hoje pela manhã e disse que, no momento, a família está preocupada em acompanhar a recuperação das vítimas.

Ela diz que eles ainda não entraram na justiça e que não foram procurados por nenhum representante da família do atropelador.

Laura e Adriana foram atingidas pela moto de Leonardo Magalhães Fonseca na tarde do último sábado (7), quando Adriana deixava o plantão do trabalho. Uma terceira mulher foi atingida, mas teve ferimentos leves e recebeu alta em seguida.

Já as primas seguem internadas sem previsão para deixar o hospital. O último boletim médico divulgado pelo Pequeno Príncipe afirma que Laura teria saído do coma na manhã de quinta-feira (12) e que estaria consciente. O quadro de saúde dela é estável, porém ainda grave. Para a tia, o acidente poderia ter sido evitado.

A família de Leonardo contratou um escritório de advocacia para representar o piloto. Em uma nota divulgada essa semana por meio dos advogados, eles afirmam que entendem a gravidade do caso e que farão de tudo para minimizar as consequências em relação às vítimas. Leonardo está internado no Hospital Marcelino Champagnat e deve receber alta ainda hoje.

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