Família de Andrielly pede providências para que PM não escape da prisão

(Foto: reprodução/Facebook)

Está marcado para as 15 horas desta terça-feira (12), o enterro de Andrielly Gonçalves Silva, 22 anos. Ela será sepultada no Cemitério Municipal de Morretes, litoral do estado, onde morava com a família antes de se mudar para Colombo, região metropolitana de Curitiba. O corpo da estudante de Direito foi encontrado na última sexta-feira (8), escondido em uma ribanceira ao lado da Estrada da Graciosa.

Ele estava em avançado estado de decomposição, o que dificulta o trabalho da perícia. A confirmação da identidade se deu por meio da identificação da arcada dentária. O ex-marido da vítima é o único suspeito. Trata-se do policial Diogo Costa Coelho, que está preso no Batalhão de Polícia de Guarda, o BPGD, em Piraquara. Cleusa Gonçalves, mãe da Andrielly, foi até a Corregedoria da Polícia Militar pedir providências. Isso porque, em menos de uma semana, dois policiais fugiram da mesma unidade onde Diogo está detido.

O corregedor-adjunto da PM, tenente-coronel Luiz Maziero, preferiu não detalhar como as fugas aconteceram, mas, após encontrar-se com a mãe de Andrielly, prometeu esforços da corporação para evitar que Diogo também possa escapar.

Devido ao estado em que o corpo se encontrava, ainda não foi possível determinar a causa da morte. E pode ser que isso nunca aconteça. É o que relata o diretor do Instituto Médico-Legal, Paulino Pastre.

O delegado que conduz as investigações diz que vai pedir a prorrogação da prisão do policial. Em depoimento, Diogo preferiu ficar em silêncio. À polícia e à imprensa, tem se manifestado apenas por meio do advogado, que alega total inocência do cliente.

(Foto: reprodução/Facebook)

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