Gaeco indicia 5 pessoas em Londrina

O inquérito policial feito pelo Gaeco de Londrina (Grupo de Combate ao Crime Organizado) indiciou cinco pessoas, entre vereador, funcionários públicos e empresários, por formação de quadrilha e corrupção. De acordo com o delegado Alan Flore, responsável pelas investigações, o inquérito apurou e comprovou a compra de votos para barrar a Comissão Processante que irá apurar o envolvimento do prefeito Barbosa Neto no uso de dois vigias pagos com dinheiro da Prefeitura na rádio de propriedade da família do prefeito. Foram indiciados: o ex-servidor e empresário Ludovico Bonato, amigo de Barbosa Neto; o ex-secretário Marco Cito, coordenador eleitoral do PDT; o chefe de gabinete Rogério Ortega; o diretor de Participações da Sercomtel e ex-chefe de gabinete Alysson Tobias de Carvalho; e o vereador Eloir Valença (PHS).

O delegado Alan Flore aguarda para qualquer momento que o pedido de prisão preventiva dos acusados seja aprovado pela Justiça.

O delegado do Gaeco refutou as acusações de que o grupo atua politicamente. Segundo Alan Flore, o inquérito só foi concluído por questões técnicas.

Outros dois momentos políticos da Câmara de Vereadores serão investigados agora em outro inquérito, que começará hoje. Existe indícios de que os parlamentares mudaram o voto por supostamente terem sido beneficiados pelo Poder Público. Em entrevista ontem à imprensa, Barbosa Neto disse que não irá afastar qualquer dos envolvidos no escândalo que está sendo chamado de mensalão de Londrina. De acordo com ele, não existem provas contra os comissionados – que estão presos.

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