Giro nas Ruas dessa segunda é na Rua Marechal Hermes

Hermes Rodrigues da Fonseca nasceu em uma família de militares na cidade de São Gabriel, no Rio Grande do Sul, em 12 de maio de 1855. Sobrinho do marechal Deodoro da Fonseca, ele se tornou bacharel em Ciências e Letras com apenas 16 anos de idade e entrou para a Escola Militar do Rio de Janeiro, onde foi aluno de Benjamin Constant.

Já envolvido na política, Hermes da Fonseca foi um dos fundadores do Clube Republicano do Circuito Militar e peça fundamental nas articulações no meio militar para a instauração do novo regime. Quando o tio proclamou a República brasileira, em 1889, ele assumia o posto de capitão do Exército.

Hermes da Fonseca comandou a Brigada Policial do Rio de Janeiro de 1899 a 1904 e foi comandante da Escola Preparatória e Tática do Realengo. Nessa época, ele ascendeu na carreira militar e foi nomeado marechal, em novembro de 1906, pelo presidente Rodrigues Alves.

Indicado para o cargo de ministro da Guerra do governo Afonso Penna, Hermes da Fonseca participou ativamente da fundação do Partido Republicano Conservador. Nesse período ele reorganizou o Exército e introduziu o serviço militar obrigatório em 1908.

Em 1910, o militar foi eleito presidente do Brasil – o primeiro de forma direta. O pleito foi marcante para a chamada política do café com leite – fase na qual apenas paulistas e mineiros comandavam o país. O governo Hermes da Fonseca foi marcado ainda pela política chamada por ele de salvacionista, que buscava assegurar a continuidade do respaldo dos governos estaduais ao governo federal. E enquanto esteve no poder ele também enfrentou a Guerra do Contestado.

Quando saiu da Presidência, em 1914, o Marechal Hermes se candidatou e foi eleito senador pelo Rio Grande do Sul, mas se recusou a assumir a cadeira devido ao assassinato de José Gomes Pinheiro Machado. Em seguida, o gaúcho se licenciou do Exército para viver na Suíça durante cinco anos. De volta ao Brasil e já na reserva do Exército, Hermes da Fonseca morreu em Petrópolis, no Rio de Janeiro, em 9 de setembro de 1923.

(Foto: reprodução/ Google Street View)

O Sunset Café, ou até “praia do museu”, como é conhecido por muitos dos visitantes, fica em frente ao Museu Oscar Niemeyer e funciona há cerca de dois anos. O espaço tranquilo foi idealizado por Tomaz Moscal, gerente e coordenador do estabelecimento.

Segundo ele, a ideia inicial era abrir um food truck, mas devido à concorrência o jeito foi criar um ambiente mais diferenciado, com banheiros, música e um bom descanso.

Ainda conforme Moscal, por estar localizado na frente de um ponto turístico da cidade, no Sunset Café é possível encontrar todo tipo de público, inclusive o de quatro patas.

Aos fins de semana, ele conta, é quando são realizados os eventos de música e até feiras de adoção de animais.

Por lá os clientes têm à disposição o cardápio de lanches nos trucks, além de cafés, sucos e cervejas artesanais. O horário de funcionamento do Sunset Café é de terça a quinta-feira, do meio-dia às 22 horas, às sextas e sábados, do meio-dia às 23 horas e, aos domingos, do meio-dia às 21 horas.

(Foto: reprodução/ Google Street View)

 Inaugurado no fim de 2016 e inspirado no bairro Chelsea, de Nova York, com um estilo mais rústico e artístico, o Chelsea foi criado para proporcionar aos clientes uma verdadeira viagem à cidade americana.

Segundo a proprietária e gerente do estabelecimento, Camila Rover, foi a paixão por Nova York que fez com que ela abrisse o estabelecimento na rua Marechal Hermes.

O ponto no Centro Cívico, segundo Camila, se encaixa perfeitamente no ideal do estabelecimento.

Além de refletir a essência do bairro nova iorquino, o estabelecimento também oferece uma gastronomia típica com hambúrgueres, milk-shakes e wafles.

O Chelsea abre de terça a domingo, das 11h30 às 22 horas.

 

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