Giro nas Ruas dessa segunda-feira é na Rua Desembargador Motta

Joaquim Ignácio Silveira da Motta nasceu em Curitiba em 24 de agosto de 1844. Foi advogado e se elegeu Deputado Provincial em 1872, antes de ser juiz municipal na Lapa, em São José dos Pinhais e em outras cidades do Paraná e do Brasil.

Joaquim Silveira da Motta foi convidado pelo Presidente da Província para assumir o cargo de chefe da polícia, onde se manteve até a proclamação da República. Foi nomeado Desembargador do Tribunal da Apelação durante o Governo Provisório.

A Rua Desembargador Motta é uma longa travessa comercial que começa nos Mercês logo após a Igreja dos Capuchinhos, corta o bairro Batel e termina na Praça Afonso Botelho,já no Bairro Água Verde.

Foto: Divulgação

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O grande ponto de encontro da Rua Desembargador Motta é sem dúvidas a Praça 29 de Março. A área verde surgiu de um campo de futebol e foi inaugurada em 1966 em comemoração ao aniversário de Curitiba, como conta o arquiteto que projetou a praça, Domingos Bongestabes.

Um pouco escondido do público frequentador, a praça conta com um painel de gravuras do artista Poty Lazarotto.

Curiosamente, a arquitetura inovadora da praça serviu de cenário para o filme “Lance Maior” que conta com o primeiro papel da atriz Regina Duarte no cinema, ainda em 1968. A praça 29 de março oferece opções de lazer como uma quadra esportiva, um parquinho, uma academia para a terceira idade, um pequeno lago artificial, uma pista de patinação e até um mini-anfiteatro ao ar livre.

Foto: Divulgação / AENotícias PR

Foto: Divulgação / AENotícias PR

(HELENA) CASA DE APOIO PEQUENO PRINCIPE-

Na Rua Desembargador Motta, na quadra entre as Avenidas Iguaçu e Getúlio Vargas, a casa de apoio do Hospital Pequeno Príncipe vem acolhendo pacientes e familiares de fora da região metropolitana de Curitiba a mais de 16 anos. A Casa oferece estadia às crianças em tratamento no Hospital Pequeno Príncipe e seus acompanhantes, oferecendo condições de abrigo, higiene e alimentação com qualidade, como explica a psicóloga Angela Bley.

Os pacientes com necessidade de serem acolhidos pela casa são selecionados através de uma avaliação.

Diversas atividades de socialização são promovidas com os moradores, a ideia é tonar o espaço um lar aconchegante para os pacientes do hospital. A Casa de Apoio do Hospital Pequeno Príncipe é mantida através das doações que são entregues diretamente no centro de doações do Hospital.

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