Inquérito que investiga morte de menina de 6 anos é concluído

Foto: Divulgação / Sicride – arquivo

O inquérito que investiga a morte da menina Tabata Fabiana Crespilho da Rosa, de 6 anos, foi concluído pela Polícia Civil de Umuarama, no Noroeste do Paraná. De acordo com o inquérito, o homem suspeito agiu sozinho. Um laudo anexado à investigação aponta que a menina sofreu violência sexual antes de ser morta por enforcamento. O suspeito deve responder por homicídio qualificado, ocultação de cadáver e estupro de vulnerável. De acordo com o delegado Osnildo Carneiro Lemes, o suspeito mudou a versão em três depoimentos. Já em Curitiba, ele voltou a dar a primeira versão, considerada a mais plausível pela polícia.

O delegado afirma que o suspeito não apresenta arrependimento. Para Lemes, o homem exibe comportamento típico de um psicopata.

Por segurança, depois que a população depredou e incendiou parte da delegacia de Umuarama, o suspeito está preso em Curitiba. A revolta popular em frente à 7ª Subdivisão Policial, após a prisão do suspeito de ter matado a menina, deve custar R$ 1 milhão aos cofres públicos. O valor foi contabilizado pela Secretaria de Estado da Segurança Pública e Administração Penitenciária do Paraná. Paralelamente ao caso que investiga a morte da menina, considerado solucionado, a polícia investiga os responsáveis pela depredação da delegacia e de pelo menos 12 veículos, incluindo seis viaturas da Polícia Civil. Três pessoas foram presas e outras oito identificadas suspeitas de participar e incitar a depredação da delegacia e de incendiar as viaturas policiais e carros particulares.

Tabata foi morta depois de desaparecer no dia 26 de setembro. Ela foi deixada na esquina da escola pelo irmão, de 13 anos, e desapareceu em seguida. No dia seguinte, o suspeito foi preso. O local onde o corpo da menina havia sido parcialmente enterrado foi indicado pelo suspeito. O inquérito contra ele foi encaminhado ao Ministério Público do Paraná que deve compor a denúncia.

Deixe um Comentário Os comentários serão avaliados por um moderador. Comentários considerados inadequados, impróprios ou ofensivos não serão aprovados

*