Mãe da youtuber Isabelly é ouvida na segunda audiência de instrução do caso

(Foto: Emanuel Pierin/BandNews Curitiba)

Foi ouvida hoje (10), em audiência realizada em Paranaguá, a mãe da adolescente Isabelly Cristine, morta com um tiro em fevereiro desse ano. A jovem, então com 14 anos, foi assassinada quando voltava de uma gravação em Pontal do Paraná, no litoral do estado. Rosania Domingos Santos, de 54 anos, estava junto com a filha no carro dirigido por Hebert Luiz Felix, amigo da família. Acusados de disparar o tiro contra o veículo em que estava a youtuber, os irmãos Cleverson e Everton Vargas foram presos em flagrante após o crime e seguem detidos. Os dois puderam acompanhar os depoimentos. Essa é a segunda audiência de instrução do caso. Ao todo, foram ouvidas quatro testemunhas de defesa dos acusados de matar Isabelly.

De acordo com a defesa dos dois, os relatos devem revelar o comportamento de Hebert. Outras três testemunhas de acusação também foram ouvidas. A mãe de Isabelly, Rosaina Santos, defende Hebert. Ela conta que, na noite do crime, não houve nenhum tipo de discussão que pudesse justificar o revide dos irmãos Vargas

Everton e Cleverson Vargas estão presos no Centro de Triagem de Piraquara, na grande Curitiba, desde o crime, ocorrido em fevereiro. A defesa dos irmãos pediu a revogação da prisão no fim de abril, mas a Justiça não concedeu o pedido. Na primeira audiência de instrução do caso, no último dia 26, foram ouvidos um morador e um comerciante que estavam próximos ao local do crime quando tudo aconteceu. Isabelly

Cristine, então com 14 anos, levou um tiro na cabeça quando voltava do balneário de Shangrilá. Ela chegou a ser internada, mas teve a morte cerebral confirmada no dia 15 de fevereiro. A família optou pela doação de órgãos da menina. Quase cinco meses depois da tragédia, a expectativa da família é pela condenação dos acusados, como lamenta a mãe

Everton Vargas confessou ter feito o disparo que matou a jovem. Ele responde por homicídio qualificado por motivo torpe e porte ilegal de arma e munição. Já o irmão dele, Cleverson, que dirigia o carro, também foi denunciado por homicídio qualificado e embriaguez ao volante. A pena em caso de condenação pode chegar a 30 anos de prisão.

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