Moradores reclamam de duplicação na BR-116

Os moradores do extremo sul da Capital reclamam dos impactos que a duplicação da BR-116, entre Fazenda Rio Grande e Curitiba, vão trazer para a região. A Aliança para o Desenvolvimento Comunitário da Caximba (a Adecom) fez o protesto junto ao IBAMA, que determinou a realização de uma reunião para discutir o assunto. O encontro vai reunir a OHL, concessionária que executa a duplicação da Rodovia, o IPPUC (Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano da Capital), a COMEC (que coordena a Região Metropolitana) e os moradores. A data da reunião ainda não foi definida. Na avaliação da Adecom, as modificações previstas na duplicação da Rodovia, são insuficientes diante da demanda de veículos que trafegam entre a Caximba e o Campo de Santana. O presidente da Aliança para o Desenvolvimento da região, Jadir de Lima, explica que a principal reivindicação é por opções para cruzar a Rodovia.

Com a duplicação, a Estrada Delegado Bruno de Almeida vai ser a única opção para cruzar a BR-116, no acesso pela Rua João Batista Bettega Júnior. A Adecom cobra a falta de infra-estrutura desta região.

Sobre a rede coletora, a Sanepar informou à reportagem que engenheiros estão no local para analisar que obras vão ser feitas na região. A duplicação da BR-116 será feita em um trecho de quase 12 quilômetros, entre o Terminal Pinheirinho e os limites de Fazenda Rio Grande.

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