Pagamento da rescisão de 200 médicos do Evangélico ainda não está garantido

O Hospital Evangélico de Curitiba continua em polêmica. Os protestos e paralisações acabaram ontem e o atendimento voltou ao normal, porém a crise continua. A briga agora inclui a prefeitura e o Sindicato dos Médicos do Paraná (Simepar) para que o pagamento das verbas rescisórias dos cerca de 200 médicos que trabalharam nos Centros Municipais de Urgências Médicas seja realizado. Um depósito judicial de R$ 958,5 mil foi exigido da prefeitura por uma decisão da 15ª Vara do Trabalho. A prefeitura teria que realizar o depósito até o dia 20 deste mês, porém, segundo a advogada da assessoria jurídica do sindicato, Ana Paula Pavelski, o depósito ainda não foi confirmado.

O depósito deve ser feito em juízo, sem passar pela conta do Evangélico. O assessor especial de gestão, Matheos Chomatas, garante que o dinheiro foi depositado.

O valor a ser pago aos médicos corresponde ao último mês de trabalho, 13º proporcional, férias e a multa de 40% do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS). Cada médico terá que entrar com uma ação individual contra o hospital para receber o dinheiro.

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