Porto de Antonina volta a operar

Depois de 58 dias sem operar, o Porto de Antonina voltou a movimentar cargas, colocando fim ao desespero dos trabalhadores portuários e dos comerciantes que atuam na região. Desde o dia 20 de fevereiro, a autarquia não recebia embarcações por conta de uma portaria da Capitania dos Portos do Paraná que reduziu o calado 7,1 metros para 6 metros. A medida restringiu a entrada de embarcações de médio e de grande porte.  Com a liberação esta semana, um navio de bandeira da Lituânia atracou em Antonina com 22 mil toneladas de fertilizantes. Outras sete embarcações estão previstas para descarregar nos próximos 10 dias. Segundo Luiz Carlos de Souza, que trabalha na Ponta do Félix, a retomada das atividades foi possível em função do trabalho de dragagem emergencial realizado pelo próprio terminal privado.

Apesar da retomada do fluxo de navios ainda é necessário realizar a dragagem emergencial nos pontos críticos do Canal da Galheta para evitar novo rebaixamento. A última dragagem em Antonina foi em 2002. A Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa) anunciou que contratou via licitação a empresa DTA Engenharia para o serviço. A empresa tem 45 dias para iniciar o trabalho. O serviço vai custar cerca de R$ 37 milhões e tem duração prevista de seis meses.

 

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