Postos ilegais causam preocupação no IAP

O Paraná tem 1.200 postos de combustíveis que operam ilegalmente, sem a licença ambiental, que é obrigatória. Isso representa 40% do total de estabelecimentos do estado. A estimativa foi feita pelo Instituto Ambiental do Paraná que agora promete mais rigor na fiscalização. Na semana passada foi organizado um seminário em Maringá, no noroeste do Paraná, para padronizar as exigências e a forma como serão feitas as vistorias. Entre os principais problemas encontrados nos postos que não tem licença ambiental estão: a falta de um sistema de coleta de lixo, rachaduras na pista, o que facilita a penetração de combustível e óleo no solo, e também a utilização de tanque de combustíveis vencidos e com vazamentos. O presidente do Sindicombustíveis, que representa os donos dos postos, Roberto Fregonese, defende que muitos empresários não fizeram as adequações para entrarem na lei pela falta de cobrança do IAP.

O presidente do IAP, Luiz Tarcísio Mossato Pinto, explica que o problema na fiscalização era a falta de padronização, que agora foi resolvido.

Em alguns casos, os proprietários dos postos de combustíveis devem gastar até 400 mil reais para fazer as obras de adequação. As multas para quem está fora da lei podem passar de um milhão de reais. Em Curitiba, a fiscalização dos postos de combustíveis é feita pela Secretaria do Meio Ambiente que, ao contrário do IAP, já ordenou o fechamento de estabelecimentos. Em março deste ano, um posto do bairro Pilarzinho foi autuado depois de ser localizado um vazamento.

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