Prefeitos enfrentam problemas com drogas na maioria das cidades brasileiras

Levantamento divulgado pela Confederação Nacional dos Municípios mostrou que 81,5% dos prefeitos brasileiros admitiram que enfrentam problemas com o consumo da droga em suas cidades, e que isso acaba prejudicando áreas como a saúde, segurança pública, assistência social e educação. Foram entrevistados 4.907 prefeitos de um total de 5.565 cidades. No Paraná, 349 dos 399 municípios pesquisados relataram que apresentam problemas com a droga. Entre as cidades que não responderam à pesquisa estão Curitiba, Maringá, Pinhais, Pato Branco, Bandeirantes e Cornélio Procópio. A situação é grave, de acordo com o estudo, nos municípios de Rolândia, Uraí, Sertaneja, Florestópolis e Mandaguari. De acordo com o presidente da Associação dos Municípios do Paraná (AMP), Gabriel Samaha, o Gabão, o consumo do crack aumenta a mortalidade infantil e a violência.

Para o prefeito, o enfrentamento das drogas não pode ser feito apenas pelo setor de segurança. A solução passa também pela área da saúde.

Gabão lembrou que o consumo do crack é um problema de todos – Município, Estado e União.

Dos prefeitos que admitiram ter problemas com a droga nos municípios, em 28,2% a situação é considerada grave; em 49,6% o problema é de nível médio; e em 22,2%, a questão apresenta um nível baixo de gravidade, conforme os dados.

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