Quase 42 mil apostilamentos foram realizados nos cartórios do Paraná nos últimos oito meses

Imagem: Divulgação CNJ

 

Quase 42 mil apostilamentos foram realizados nos cartórios do Paraná nos últimos oito meses. O apostilamento é feito em documentos que precisam ser aceitos fora do país. Quando a medida é realizada, o documento pode ser acolhido em 111 países que fazem parte do acordo internacional da chamada Convenção da Apostila de Haia.

Quem vai estudar fora do país ou morar fora do Brasil, provavelmente, vai precisar apostilar seus documentos. Os mais procurados são os diplomas, seja de graduação, mestrado ou doutorado, certidões de nascimento e também de casamento.

O apostilamento reduz a burocracia, pois, antes, era preciso ir até uma das sedes do Itamaraty ou em escritórios do Ministério da Relações Exteriores para que os documentos tivessem validade em outros países. Segundo o presidente do Colégio Notarial do Brasil, seção Paraná, Angelo Volpi Neto, apesar de ainda ser pouco conhecido, o processo é simples e é feito com um documento que é colocado no material que precisa ser aceito fora do país.

O apostilamento é feito em cartórios que tem tabelião de notas. O custo é de 92 reais por documento. É preciso levar o original. O tempo médio para ficar pronto é uma hora.

O Paraná é o quinto estado do país no número de apostilamentos. Está atrás de São Paulo, Distrito Federal, Rio de Janeiro e Minas Gerais. Em todo Brasil foram, nos últimos oito meses, mais de 837 mil apostilamentos feitos.

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