Queda nas temperaturas amplia equipe que presta atendimento às pessoas em situação de rua

Foto: Ricardo Marajó/FAS

A queda brusca de temperatura na capital paranaense acende o sinal de alerta para o risco de permanecer nas avenidas e marquises da cidade. Foi por isso que a Fundação de Ação Social reforçou a estrutura para abordagem das mais de duas mil e setecentas pessoas em situação de rua em Curitiba. No total, sete equipes trabalham das 18h até às 23h, dando suporte à Central de Abordagem Social, que atende às demandas da cidade em regime de plantão.

As regionais Matriz e Portão terão equipes exclusivas devido a maior concentração de pessoas em situação de rua. Quatorze educadores sociais percorrem a cidade nas tradicionais kombis da FAS. A gerente de abordagem da Fundação, Vanessa Resquetti, explica que as equipes ainda encontram muita resistência nas ruas.

Outro motivo de rejeição do atendimento por parte de muitas pessoas em situação de rua era a impossibilidade de levar os animais de estimação para os abrigos. No entanto, desde o ano passado as unidades de acolhimento passaram a abrigar os bichinhos também. Quem aceita o convite dos educadores é levado para as casas de passagem no Jardim Botânico, Rebouças ou Bairro Novo.

Juntas elas somam 520 das 907 vagas já existentes nas 12 unidades oficiais de abrigo. Caso essas vagas sejam insuficientes, as pessoas poderão ser levadas a uma das seis unidades conveniadas e que oferecem mais 281 vagas.

Nos abrigos é possível levar os pertences em bolsas ou mochilas e também os animais de estimação. Os pets ficam hospedados nas unidades Jardim Botânico ou Bairro Novo e também recebem alimentação. Na manhã seguinte, os bichinhos reencontram os donos.

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