Salário mínimo regional do Paraná deve ficar 25% maior do que o piso nacional

Desde 2006 o Estado adotou a política de ter o próprio salário, e essa diferença já chegou a mais de 40%. Este ano a porcentagem foi reduzida, porém um panorama de crescimento foi traçado e já no ano que vem deve voltar a ser 30% maior que o nacional, que é a meta a ser seguida. O reajuste deve ser de 10,32. O índice representa aumento real de 5,1%, acrescido de 4,97% do Índice Nacional de Preço ao Consumidor. O economista do Dieese Cid Cordeiro explica que o salário mínimo regional é muito importante para o desenvolvimento do Estado e explica os fatores da decisão

Grande parte das categorias tem o próprio piso, porém o problema do Paraná está na área rural. O baixo salário pago para a classe deixa o Paraná com indicadores sociais nada animadores. O economista do Dieese explica que a negociação no campo é um grande problema.

Segundo dados do Dieese são 639 mil pessoas na área rural do Estado, destes 220 mil empregados remunerados e 177 mil não remunerados. O salário para quem trabalha no campo deve ser de 783 reais. Para serviços administrativos, domésticos e gerais 811 reais. O governador Beto Richa vai analisar a proposta que deve chegar a Assembleia Legislativa na semana que vem. O salário deve começar a valer a partir de 1º de maio.

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