Sem reunião com governo, professores de federais continuam parados

Sem reunião com o governo, professores de instituições federais continuam em greve. A paralisação completou um mês no domingo. Hoje os docentes teriam um encontro com o Ministério do Planejamento. No entanto, a reunião foi desmarcada sem uma justificativa oficial. Em Curitiba, três instituições estão sem aulas: a Universidade Federal do Paraná, a Universidade Tecnológica Federal do Paraná e o Instituto Tecnológico do Paraná. Só na UFPR são 25 mil alunos afetados. Os professores pedem um aumento salarial de pelo menos 22,08%, além da reestrutura da carreira e da melhoria da estrutura das federais. O secretário-geral da associação que representa os profissionais, o professor de Medicina Rogério Miranda Gomes, diz que a categoria está insatisfeita com a política do governo federal.

Na UFPR, há cursos como o de Comunicação Social que pararam completamente há um mês. Outros, como é o caso de Direito, estão parando aos poucos. O professor explica que agora os docentes vão discutir o cancelamento do calendário acadêmico.

O Núcleo de Concursos da Universidade Federal do Paraná informou que, por enquanto, o calendário das provas do vestibular deste ano não deve ser alterado. A primeira fase será em novembro, no dia 4 ou 11.

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