Sete homens são presos por suspeita de envolvimento na morte de agente penitenciário em Londrina

Foto: Júlio Moura/TV Tarobá

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Sete homens suspeitos de estarem envolvidos na morte de um agente penitenciário em Londrina, em dezembro do ano passado, foram presos. A investigação da Polícia Civil identificou que eles são integrantes da facção criminosa conhecida como PCC, o Primeiro Comando da Capital. O assassinato aconteceu quando um comboio de agentes do Serviço de Operações Especiais do Departamento Penitenciário do Paraná, o Depen, foi emboscado. Quatro pessoas efetuaram diversos disparos de fuzil contra os agentes. Um deles morreu e outros dois ficaram feridos.

A ação dos criminosos teria sido motivada porque um dos líderes da facção teve uma arma de grosso calibre que foi apreendida e isso teria gerado uma dívida para a facção, eles terem perdido o armamento, que era ilegal. A Polícia ainda busca outros dois homens envolvidos no crime. Segundo o secretário de Segurança Pública, Wagner Mesquita, um dos principais suspeitos de ser o mandante do crime, que estava preso em Piraquara, recentemente, foi transferido para a penitenciária federal de segurança máxima, em Mossoró, no Rio Grande do Norte.

A polícia chegou até o fuzil usado na morte do agente penitenciário no início deste ano. No dia 15 de janeiro, um grupo de criminosos colocou em prática um plano de retirar presos da Penitenciária Central do Estado (PCE), em Piraquara, na região metropolitana de Curitiba. Naquele dia, 26 presos conseguiram fugir e dois morreram na troca de tiros com os policiais.

O suspeito de ser o mandante do crime foi condenado a pouco mais de 28 anos de prisão e já cumpriu cinco anos. Ele cumpre condenação pelos crimes de homicídio, tráfico de drogas, associação criminosa e associação para o tráfico.

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