Tigre ainda não recebeu notificação de afastamento

A Polícia Civil paranaense ainda não foi notificada sobre o pedido do Ministério Público gaúcho de afastar dois delegados e um investigador do grupo Tigre. O motivo é evitar que informações sobre o sequestro de um agricultor paranaense morto em dezembro do ano passado por um delegado gaúcho, sejam manipuladas. O caso teve grande repercussão por acabar também com a morte de um policial do Rio Grande do Sul. Uma equipe do Tigre, grupo paranaense especializado em sequestros, investigava o caso e acabou se envolvendo na morte do sargento da Brigada Militar. Dias depois um exame comprovou que o sargento que dirigia uma moto havia ingerido álcool. Ele foi assassinado por engano, já que estava sem farda e sacou uma arma. Os policiais paranaenses estavam em uma viatura não caracterizada e não tinham comunicado a autoridades locais que iriam realizar a operação. Além dos três paranaenses o Ministério Público de Gravataí denunciou oito pessoas da quadrilha que participou do crime por extorsão mediante sequestro com morte. O delegado gaúcho que matou a vítima seqüestrada também foi indiciado. Até o momento a assessoria da Polícia Civil do Paraná não confirma que foi notificada oficialmente da decisão de afastar os profissionais.

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