Vara de Londrina começa a julgar réus do esquema Antissepsia

A 5ª Vara Cível de Londrina começou a julgar ontem parte dos réus do esquema conhecido na cidade como Antissepsia, desencadeado em maio do ano passado, relacionado a um esquema de desvio de dinheiro público da área da saúde municipal. Segundo denúncia do Ministério Público, agentes públicos, conselheiros de saúde e empresários se utilizaram de duas entidades para desviar milhões de reais dos cofres do município. A Justiça começou a apurar parte do processo que envolve os nomes de Bruno Valverde, presidente do Instituto Atlântico na época do escândalo, e do publicitário Ruy Nogueira, suposto lobista, que teria forçado a contratação junto à Prefeitura de Londrina. A contratação teria sido intermediada pela mulher do prefeito Barbosa neto, Ana Laura Lina, em troca do pagamento de R$ 300 mil pelo ‘serviço’. A primeira-dama, o prefeito Barbosa Neto, o chefe de gabinete da prefeitura Rogério Lopes Ortega, e o ex-secretário de Gestão Marco Cito, devem ser ouvidos neste processo como testemunhas. Rogério Ortega e Marco Cito foram presos pelo Gaeco acusados recentemente de compra de votos de vereadores para impedir a instalação de uma Comissão Processante contra Barbosa Neto.

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