62% dos paranaenses pretendem presentear no Dia dos Pais

62% dos paranaenses pretendem dar presente nesse Dia dos Pais
(Foto: Divulgação/Fecomércio)

62% dos paranaenses pretendem dar presentes no Dia dos Pais. A intenção de compra é menor que a do ano passado quando 70% pretendia comprar um presente. Em compensação o número é igual ao de 2017 quando 62,3% das pessoas pretendia dar um presente na data.

Os dados são de uma sondagem da Fecomércio. O principal motivo de quem não vai presentear é ter o pai ausente ou falecido, com 64% dos entrevistados. O desemprego ou problemas financeiros são alegados por  8,8% e 5,3% não comemoram a data. Os principais tipos de presente serão sapatos e roupas, com 64%.

Os eletrônicos serão escolha de 11% dos filhos e 4,8% afirmam que vão presentear com cosméticos. Também foram mencionados livros, com 3,7%, artigos de pesca, com 3,2%, cestas matinais, com 2,1% e móveis ou utensílios domésticos, com 1,19%.

Mesmo com a principal procura sendo por presentes tradicionais, em tempos de crise, uma sugestão é fugir do convencional e dar outros tipos de presente. Segundo o professor de Economia da Faculdade Estácio Curitiba, Hugo Eduardo Meza Pinto, o perfil de consumo mudou muito nos últimos anos.

Apesar da redução na intenção de presentear, o tíquete médio terá aumento, passando de 106 reais em 2018 para 116 reais neste ano. A preferência é pelo pagamento à vista, com 58%. As compras para o vencimento do cartão de crédito devem corresponder a 20% e as parceladas no cartão, a 20%.

A maioria dos consumidores, mais de 70%, costuma fazer pesquisa de preço antecipadamente. Por isso, para quem não escolheu ainda o que dar uma saída também é personalizar o presente.

Em relação ao local das compras, aparecem índices bastante parecidos entre as lojas de shopping e as dos centros das cidades, com 35,9% e 35,4%, respectivamente. As lojas de bairro serão a escolha de 14% dos consumidores, enquanto a internet será a opção de 7,7%. Outros 3,3% pretendem fazer suas compras em hipermercados, enquanto 1,7% vai buscar o comércio informal.

Reportagem: Felipe Harmata