Antonina recebe 1°Festival de manobandas neste feriado

(Foto: Reprodução/Facebook)

Você já ouviu falar em monobanda ou também conhecida como banda de um homem só? É aquela pessoa que toca vários instrumentos ao mesmo tempo e, muitas vezes, também canta. Se você nunca ouviu o som de uma monobanda ou assistiu uma apresentação ao vivo, você terá essa oportunidade nesta sexta-feira e no sábado, dias 7 e 8 de setembro.

Amanhã, sexta-feira (07), começa o 1º Festival Monobandas, em Antonina, evento que promete ser o maior da América Latina, com a presença de 12 Monobandas confirmadas, vindas de diversos estados do brasil e algumas internacionais como Dead Elvis da Holanda e Amazing One man band, do Uruguay. Das monobandas, 10 serão comandadas por homens e duas por mulheres. É um estilo musical  com adeptos em todo o mundo.

Marcos Maranhão, organizador do evento destaca que o  festival de em Antonina será o primeiro grande encontro de Monobands no Brasil.

Todas as apresentações são gratuitas. A programação começa na sexta-feira, amanhã, às 17h40, no Palco Travessa do Marinho – Casa Verde, no centro da cidade, com muita música e apresentação de DJ.

No sábado, dia 8 de setembro, a prainha da Ponta da Pita – um dos lugares lindos de Antonina – será palco das apresentações, a partir das duas horas da tarde. No sábado serão oito monobandas, entre elas;

Flores Feias, do Paraná;

Chuck Violence, de Santa Catarina;

Bloody Mary Una Chica Band, de São Paulo;

e Dead Elvis and his one man grave, de Holanda.

Segundo Marcos Maranhão, alguns dos instrumentos utilizados pelo músicos são artesanais. Muitos deles, confeccionam sua própria monobanda com objetos inusitados para fazer um som com estilos variados.

As monobandas nasceram entre o final do século 18 e início do século 19 e suas apresentações eram parecidas com um estilo circence. Já no século 20, as bandas de um homem só ficaram conhecidas nos Estados Unidos e na Europa.

No Brasil, elas começaram a se destacar a partir de 1960 e no Paraná, na década de 90, a monobanda começou a ter seu reconhecimento.

Reportagem: Kelly Frizzo

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