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Colunistas // Mirian Gasparin

Novos negócios estão surgindo tornando o segmento do vestuário um mercado em expansão

 Crescimento no mercado de moda masculina

destaque-editoria moda masculina

O espaço dos homens no setor da moda vem crescendo já há alguns anos. E isso pode ser comprovado através dos relatórios de Moda Masculina que o Sebrae vem realizando desde 2014. O último estudo divulgado no final do ano passado, mostra que esse nicho já representa 30% de todo o segmento de moda.  

E os números impressionam. Somente no primeiro ano da pandemia, o Brasil movimentou mais de US$ 13 bilhões, ou R$ 67 bilhões apenas com o vestuário masculino. E em se tratando de moda íntima, este também é um nicho em expansão. A pesquisa do Sebrae traz números curiosos, como por exemplo, que os homens podem gastar cerca de 30% a mais que as mulheres na compra de peças íntimas. 

Aliás, com o interesse cada vez maior dos homens pela moda, novas oportunidades de negócios têm surgido, tornando o segmento do vestuário um mercado com grande potencial de expansão e lucratividade. Já o aumento da tecnologia e a maior circulação de publicidade específicas para este público são apontadas como as principais causas de crescimento.

E quando se fala em negócios que deram certo, podemos citar as lojas de moda íntima masculina Cueca Store e Comprar Cuecas, bastante conhecidas nas plataformas digitais desde 2012. Os dois sites juntos, criados aqui no Paraná, são os maiores portais de moda íntima masculina do país, além de contarem com um marketplace especializado para marcas que querem vender mais em um site especializado.

Estes sites se tornaram os maiores comércios eletrônicos do ramo com conteúdo, além de terem um dos maiores portfólios de produtos nacionais e importadas e outras peças de roupa íntima masculina.

Para o empresário Lucas Balzer, que é diretor do Grupo Comprar Cuecas e Cueca Store, o paranaense é um dos maiores compradores do país quando o assunto é moda íntima masculina. O Paraná já ocupa o terceiro lugar no ranking nacional em volume de vendas, segundo apontam os relatórios de vendas do grupo dos últimos anos. 

Balzer lembra que, em 2020, o Paraná ocupava o quarto lugar no ranking nacional.

Já no ano passado, passou Minas Gerais e ficou atrás apenas de São Paulo e Rio de Janeiro, dois estados onde o custo per capita é bem maior.

Confira abaixo a coluna em áudio:

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Mirian Gasparin