Dia de conscientização do Alzheimer: curitibana lança livro com histórias sobre a doença

Foto: Divulgação

21 de setembro é o dia mundial de conscientização do Alzheimer. Uma doença silenciosa, que merece atenção. Dados da Associação Internacional do Alzheimer, estimam que até 2030, 75 milhões de pessoas em todo o mundo tenham o mal. Caracterizada como uma doença degenerativa, progressiva e irreversível. Ela ocorre após os 65 anos de idade, e ainda não se sabe a causa. Segundo o geriatra Luiz Antônio da Silva Sá, embora afete a memória, podem surgir outras consequências.

Mesmo não tendo cura, o médico explica que é possível prevenir. Basta que se adote, hábitos saudáveis como exercícios físicos e mentais ao longo de toda a vida.

O Alzheimer é uma doença que afeta muito a família do paciente, pois com a evolução progressiva, o idoso se torna cada vez mais dependente. Em muitos casos, é o cônjuge ou um familiar próximo quem assume o papel de principal cuidador. É o caso da professora Elisete Neves. Ela sabe bem como é conviver com alguém tão próximo com a doença. A mãe tem Alzheimer. Para enfrentar as dificuldades do dia a dia, Elisete resolveu procurar mais informações nas redes sociais e em uma pesquisa encontrou no facebook uma página com quase 30 mil participantes.

Deste grupo, 35 mulheres de todo o país resolveram se unir para escrever um livro. Assim surgiu o primeiro volume o “Um Sujeito Chamado Alzheimer”.  São histórias de cuidadores e as dificuldades com a doença. E neste mês de setembro, foi lançada mais uma obra. “Vidas Roubadas” traz relatos de familiares e informações sobre a doença.

Entre as escritoras, Elisete é a única escritora curitibana. Toda a renda obtida com a venda dos livros vai para o Instituto Berna Almeida, que apoio os pacientes com Alzheimer.  Quem quiser conhecer mais do projeto pode acessar o site institutobernaalmeida.com.br

Reportagem: Alexandra Fernandes

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