Imóveis tombados no Paraná devem ser fiscalizados periodicamente pelo Iphan

(Foto: divulgação/SescPr)

Curitiba tem cerca de 60 bens tombados pelo patrimônio estadual, entre imóveis, acervos, parques e árvores centenárias. Entre os prédios públicos estão os museus Paranaense – que passou recentemente por uma reforma -, de Arte Contemporânea e Alfredo Andersen – que passam por revitalização – e o Oscar Niemeyer, considerado por muitos especialistas como exemplar na estrutura e segurança.

Apenas um imóvel também é tombado na esfera federal pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, o Iphan, é o Paço da Liberdade, localizado próximo ao calçadão da Rua XV de Novembro, bem no centro da cidade. O imóvel é da década de 1910 e foi totalmente restaurado e reaberto em 2009.

Em todo o Paraná, são 16 prédios com relevância histórica tombados na esfera federal. O Superintendente do Iphan, José Lauret, explica que o órgão é responsável por fiscalizar as estruturas, pra garantir a segurança dos espaços, tanto dos visitantes quanto dos acervos.

O Superintendente avalia que os espaços fiscalizados pelo Iphan estão em bom estado. No entanto, ele destaca que a verba disponível para o setor sempre é mais reduzida. Os investimentos em cultura e no patrimônio histórico sempre são os menores já que não constituem uma prioridade de governo.

O tombamento é um ato administrativo realizado pelo poder público e tem como objetivo preservar bens de valor histórico, cultural, arquitetônico e ambiental para a população. Quando um bem é tombado ele não pode ser destruído nem descaracterizado.

Quando é restaurado vários itens devem ser seguidos para que o bem não seja alterado, mas sim, que sejam conservadas todas as características originais.

Reportagem: Juliana Goss

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