ParanáGeral

‘Maníaco da torre’ é julgado em Maringá

Roneys Fon Firmino Gomes enfrenta o terceiro júri por homicídio

 ‘Maníaco da torre’ é julgado em Maringá

Imagem: Reprodução/TV Band Maringá

Suspeito de matar ao menos seis mulheres, Roneys Fon Firmino Gomes conhecido como “maníaco da torre” é julgado hoje (terça-feira, 24) em Maringá, na região norte. Ele está preso desde 2015 na Penitenciária de Maringá. Desta vez, segundo o Ministério Público do Paraná (MPPR), o júri é pela morte de uma mulher não identificada e começou às 9h. Roneys Fon, de 47 anos, ficou conhecido como maníaco da torre depois de repetidas vezes abandonar os corpos das vítimas nus, de barriga para cima, no meio de plantações e embaixo de torres de transmissão de energia. Depois dos crimes, ele disse à polícia que rezava e pedia perdão.

Um laudo de insanidade mental, publicado em 2020, apontou que Roneys Fon tinha consciência do estava fazendo quando matava mulheres. Além disso, o laudo definiu que ele é indiferente pelos sentimentos alheios, baixa tolerância à frustração e tendência para distorcer fatos.

O réu deve passar ainda por pelo menos mais dois julgamentos neste ano. Um deles está marcado para o próximo dia 1º, na próxima semana, quando vai ser julgado pela morte de Roseli Maria de Souza; Já no dia 9 de junho, pelo assassinato de Mara Josiane dos Santos, de 36 anos. Ele já foi a julgado e condenado duas vezes, pelas mortes de Edinalva José da Paz, de 19 anos, e Silmara Aparecida de Melo, de 33 anos. Somadas, as penas chegam a 43 anos e 8 meses de cadeia. A BandNews FM tenta contato com a defesa de Roneys Fon.

Reportagem: Leonardo Gomes.

felipe.costa

Motorista é ejetado de carro em acidente no Contorno Norte

Motorista é ejetado de carro em acidente no Contorno Norte

O trânsito no Contorno Norte chegou a ficar bloqueado por uma hora e meia

Mega-Sena: duas apostas do Paraná acertam 6 dezenas

Mega-Sena: duas apostas do Paraná acertam 6 dezenas

Duas apostas feitas no Paraná acertaram seis dezenas e foram ganhadoras do prêmio principal da

Justiça nega pedido de Habeas Corpus a Jorge Guaranho

Justiça nega pedido de Habeas Corpus a Jorge Guaranho

Para manutenção da prisão, o relator citou "as eleições que se avizinham"

Jorge Guaranho chega ao Complexo Médico Penal, em Pinhais

Jorge Guaranho chega ao Complexo Médico Penal, em Pinhais

Réu pela morte de Marcelo Arruda, policial penal teve a prisão domiciliar revogada