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Colunistas // Mirian Gasparin

Profissionais buscam mentorias para agregar mais qualidade ao trabalho

 Negócios de tatuadores estão crescendo cada vez mais

Foto: reprodução/Pixabay

Nos últimos anos, diversas profissões registraram crescimento expressivo em relação à mão de obra e também em relação aos serviços disponibilizados para os consumidores. Entre os destaques estão os negócios de tatuadores, que mesmo na pandemia foram bastante demandados. Pesquisa divulgada pela IBIS World aponta que a indústria global de tatuagem cresceu 23%, só no ano passado.

No Brasil, o crescimento foi ainda maior e continua ao longo deste ano. Em alguns estados brasileiros, quando se analisa a abertura de microempresas e registros de microempreendedores individuais no mercado de tatuagem e body piercing, o aumento foi de mais de 100%.

Um dado interessante é que um número maior de profissionais está optando por abrir o próprio negócio. De acordo com os dados obtidos a partir de uma análise do Sebrae sobre os números do Cadastro Nacional de Atividades Econômicas (CNAE), 98% dos tatuadores e profissionais de body piercing que pretendem ter seu próprio estúdio têm procurado a formalização por meio da figura jurídica do Microempreendedor Individual (MEI).

Agora, para que essa profissionalização possa acontecer, é importante o acompanhamento de profissionais que já atuam na área e usam do seu conhecimento para ensinar e orientar os mais novos tatuadores.

A mentoria no setor da tatuagem vai acompanhar os profissionais agregando mais qualidade no trabalho. Ou seja, além do aprendizado, outra vantagem da mentoria é que ela auxiliará o tatuador a conquistar a sua independência financeira.  Com isso, será possível o profissional ter credibilidade, construir uma história e se tornar referência no mercado.

Outro dado interessante nos negócios envolvendo tatuagem é a participação das mulheres no setor. No Brasil, segundo dados da Organização Internacional do Trabalho (OIT), em 2021, as mulheres ocupavam 45% das posições no segmento de tatuagem.

Confira a coluna em áudio:

Mirian Gasparin