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Colunistas // Mirian Gasparin

Qual a melhor maquininha para o seu negócio?

 Pagamentos digitais continuam crescendo

Imagem ilustrativa

Oferecer boas experiências de pagamento aos consumidores, sem dúvida alguma, é um diferencial para que as empresas vendam mais. E num cenário onde os pagamentos digitais e as compras online não param de crescer, contar com diversas opções é fundamental.

No caso específico dos cartões de crédito, débito e pré-pagos, essas modalidades devem responder por 60% dos pagamentos de despesas de consumo das famílias em todo o Brasil até o final deste ano.

Com essa demanda, os comerciantes estão conscientes que a maquininha de cartão é um item indispensável. Mas, a grande dúvida é escolher qual a melhor maquininha diante da grande variedade oferecida no mercado. Acontece que cada maquininha tem pontos fortes e fracos. Dessa forma é preciso levar em consideração alguns critérios, como por exemplo, as taxas cobradas pela operadora; as bandeiras de cartões aceitas; a tecnologia utilizada e a qualidade da conexão wi-fi que ela oferece.

Cada um desses itens tem um peso diferente para cada tipo de negócio. Por exemplo, num comércio com alto volume de vendas, é fundamental que os pagamentos sejam feitos rapidamente. Ou seja, o processamento do aparelho precisa ser bom e a conexão wi-fi da maquininha deve funcionar bem. Por outro lado, se o negócio é pequeno e as vendas por cartão são menores, o preço praticado será o ponto que mais pesará. 

A boa notícia é que existem muitos rankings e tabelas que podem ser pesquisadas na internet. Dessa forma, o lojista deve observar quais fatores são mais importantes para o seu negócio e avaliar esses rankings na hora de escolher. Mas, na verdade, a melhor maquininha é a que melhor vai atender o seu negócio.

Vale mais a pena comprar ou alugar uma maquininha?

Existem vantagens nas duas formas de contratação. A escolha depende do perfil do seu negócio. Quem compra uma maquininha se livra do aluguel. Além disso, depois de pagar todas as parcelas fica dono do aparelho e pode até vender, se quiser.  Outro ponto positivo é que a maioria das operadoras trabalha com tarifas fixas. Assim, o lojista sabe exatamente o que vai pagar. Por fim, comprar pode ser menos burocrático, porque não exige contratos complexos.

Agora, em caso de aluguel, as taxas são mais competitivas e cabe negociação. Além disso, na locação o lojista conta com serviço de manutenção e até troca por maquininhas mais novas. No caso de negócios com grande volume de vendas, as máquinas alugadas são mais ágeis e têm tecnologias mais avançadas.

Ou seja, a escolha sobre comprar ou alugar depende do estágio da sua empresa, da maturidade dela e das suas necessidades específicas.

Amanhã eu vou falar sobre as vantagens de as empresas receberem suas vendas via PIX. De acordo com dados do Banco Central e da Câmara Interbancária de Pagamentos (CIP), o Pix representa hoje mais de 70% de todas as transações bancárias realizadas no país. 


Confira abaixo a coluna em áudio:

Mirian Gasparin