Paraná se destaca em pesquisas científicas nas universidades

O Paraná é um dos estados que mais produz pesquisas científicas no país. O Brasil é o décimo terceiro maior produtor desse tipo de levantamento. Estados Unidos, China e Reino Unido aparecem no topo de um estudo encomendado pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, vinculada ao Ministério da Educação.

As pesquisas nas universidades alavancaram a posição brasileira, principalmente em estudos na área de saúde, física e ciências espaciais. São Paulo está no topo da lista e tem a USP como principal impulsionadora de pesquisa no país, responsável por 20% do material produzido.

Segundo o futuro superintendente da Secretaria do Estado da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Aldo Nelson Bona, a grande quantidade de instituição de ensino no Paraná contribui para o alto número de pesquisas em sala de aula.

Aqui no Estado, a Universidade Federal do Paraná se destaca nesse tipo de atuação. Para facilitar a vida dos profissionais de saúde, recentemente um pesquisador da UFPR desenvolveu um aplicativo inédito para diagnosticar o diabetes mellitus gestacional, o DMG, que é uma variação da doença que pode tornar as grávidas intolerantes a carboidratos.

A ferramenta foi desenvolvida pelo biólogo Waldemar Volanski, que fez doutorado em Ciências Farmacêuticas. Ele afirma que ainda é muito comum profissionais terem problemas na hora de diagnosticar a doença.

A pesquisa acadêmica durou três anos e, de acordo com o biólogo, não teve altos custos. A ideia é que médicos de todo o país utilizem a ferramenta para diagnosticar mais rapidamente a doença.

O aplicativo, chamado de D-GDM, pode ser baixado de graça.

Reportagem: Lorena Pelanda

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