Secretário apresenta balanço financeiro de Curitiba na terça-feira

(Foto: Cesar Brustolin/SMCS)

O secretário municipal de Finanças de Curitiba, Vitor Puppi, participa na próxima terça-feira de audiência pública de prestação de contas sobre as finanças da prefeitura na Câmara Municipal. Em setembro, depois da aprovação dos principais projetos pacote de ajuste fiscal do prefeito Rafael Greca, do PMN, Puppi afirmou que, apesar do cenário de crise econômica, os compromissos de 2017 estavam “rigorosamente em dia” e que não havia “atraso com fornecedores“, assim como os salários dos servidores dos município estavam “em dia”: Puppi também informou que o município voltou a ter certidão liberatória do Tribunal de Contas do Estado, o que, segundo ele, não acontecia desde 2014.

Na segunda-feira, os vereadores ouvem apresentação do balanço da Prefeitura de Curitiba sobre a saúde pública referente ao terceiro quadrimestre de 2017, de setembro a dezembro. Aberta à população, a prestação de contas é promovida pela Comissão de Saúde e irá receber a secretária municipal de Saúde, Márcia Cecilia Huçulak.

A realização da audiência pública é estabelecida por lei federal de 2012, que determina ao gestor do Sistema Único de Saúde nas cidades, estados, Distrito Federal e União a apresentação, na respectiva Casa Legislativa, do montante e da fonte de recursos aplicados, entre outras informações.

No ano passado, o então chefe da pasta, João Carlos Baracho, esteve na Câmara e deu o panorama da cidade no início da gestão do prefeito Rafael Greca e falou da dívida encontrada pelo Município de R$ 233 milhões, na área da saúde. Sabatinado pelos vereadores sobre essas dívidas e investimentos na área, ele afirmou que havia “muito a fazer” no setor. Já sob a gestão de Márcia Huçulak, a secretária da Saúde afirmou que os gastos na pasta, em Curitiba, estavam em 20,54% do orçamento, portanto, acima dos 15% exigidos dos municípios por lei.

O vereador Gerson Araújo, do PSDB de Londrina, no Norte do Paraná, foi condenado à perda do mandato em uma ação por improbidade administrativa. De acordo com a sentença, entre outubro e novembro 2012, Araújo, que ocupava o cargo de prefeito interino da cidade, e William Godoy, então chefe de gabinete dele, pressionaram a dona de um terreno a vender o imóvel à construtora Iguaçu do Brasil.

Além de Araújo, Godoy, o empresário Carlos Alberto Campos de Oliveira e a construtora dele, a Iguaçu do Brasil., foram condenadas no mesmo processo. A sentença do juiz Marcos José Vieira, da 1ª Vara da Fazenda Pública de Londrina, é de quarta-feira (21).