Série Especial: (De)pressão – polícia doente

Na última semana do Setembro Amarelo, mês dedicado às ações de combate ao suicídio em todo o mundo, a BandNews fala sobre a saúde mental da Polícia Militar do Paraná. Em 2018, o número de integrantes da Corporação que apresentaram atestados com indicação psiquiátrica teve um salto de 14%, e esse é o tema da série “(De)pressão: polícia doente”, da repórter Daiane Andrade.


 

Na segunda reportagem da série “(De)pressão: polícia doente”, os perigos da rotina estressante associada ao risco iminente de virar vítima da criminalidade.

Nota da Polícia Militar do Paraná (recebida após a veiculação da reportagem):

“A comunicação via rádio digital foi implantada no 22º Batalhão a fim de garantir a segurança das transmissões de mensagens das equipes policiais, bem como proporcionar uma cobertura de sinal mais eficiente em toda a área de atuação do Batalhão, que atualmente atende 13 municípios da Região Metropolitana de Curitiba (RMC). O processo de adequação já foi finalizado e as comunicações já estão atualizadas, sem registro de problemas de falta de sinal.

O processo de implantação do sistema em substituição ao sinal analógico foi feita pela Diretoria de Desenvolvimento em Tecnologia e Qualidade (DDTQ), levou algum tempo até que todas as etapas de modernização e adequação fossem adotadas, incluindo os ajustes necessários para que o sinal digital chegasse a toda área de atuação do batalhão”.


 

Na reportagem final da série “(De)pressão: polícia doente”, os suicídios em números e o impacto na tropa quando os episódios ocorrem dentro da Corporação.

Comments

  1. O Hospital da PM ficou mais de três meses sem psquiatra, o convênio informado na reportagem retornou a alguns dias depois dos dois últimos casos envolvendo PMs. Durante esse tempo o militar ou familiar q utiliza desse especialista tinha q pagar pela consulta. Podem confirmar a informação ligando no hospital bom retiro.

  2. Objetivo da Corporação é punir o policial. Isso de per si já é o bastante pra fazer adoecer…é um sistema que trata ao policial como culpado por erros ou acontecimentos, sem levar em consideração os aspectos humanos, condição essa que nos torna suscetíveis de falha…Mas para esse sistema, ‘ não pode haver falhas’… E quando essas falhas envolvem inclusive um infrator, a inversão é notória: aquele é assistido de diversas maneiras, mas o policial não: é investigado de todas as formas…temos hoje um sistema que esmaga e persegue o miliciano, e dispende todas as garantias ao malfeitor…

  3. Peterson não era do 22 bpm, era do 20.

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