Só neste ano mais de três mil chamados foram feitos para arrumar semáforos de Curitiba

De janeiro a julho deste ano, a Superintendência de Trânsito de Curitiba (Setran) recebeu cerca de três mil chamados para consertar os semáforos da capital paranaense. Deste total, aproximadamente 4% se referem a situações de furto e outros 6% a vandalismo ou pequenos acidentes, como raspões ou batidas leves nos equipamentos.

Mas de acordo com Pedro Darci da Silva Junior, diretor de operações da Setran, dentre as ocorrências mais frequentes atendidas pela superintendência está o vandalismo nos botões dos sinaleiros. Por toda a cidade são cerca de duas mil e quatrocentas botoeiras instaladas para pedestres, em aproximadamente 600 cruzamentos.

O diretor de operações da Setran ainda comenta que outra reclamação frequente dos motoristas é a falta de sincronização nos sinaleiros em grandes vias de Curitiba. No entanto, ele esclarece que é preciso diferenciar o sincronismo da chamada onda verde.

Pedro Darci da Silva Junior fala que sincronizar sinaleiros significa ligá-los ao controle do tráfego. Já a onda verde só pode ser usada em equipamentos que estão sincronizados, ou seja, é uma estratégia de liberação sequencial dos sinais.

De acordo com Pedro Darci da Silva Junior, o cidadão que verificar algum problema no funcionamento dos semáforos para pedestres ou para veículos, pode também informar à Prefeitura pela Central de Atendimento 156. As equipes são acionadas para verificar a ocorrência e, segundo o diretor de operações da Setran, a média de tempo para conserto é de uma hora em casos mais comuns.

Atualmente, Curitiba tem três centrais semafóricas que fazem o controle de 60% dos equipamentos da cidade.

Reportagem: Thaissa Martiniuk