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Wes Ventura: da rua para os palcos do Festival

Groove autêntico da banda foi moldado nas ruas da cidade

 Wes Ventura: da rua para os palcos do Festival

Foto: Jefferson Ribeiro

“Não é só um músico de rua, é arte em geral. Nós precisamos ocupar essa cidade e ver a arte acontecendo. É para isso que essas ruas existem, para nós ocuparmos elas de cor e não cinza”, declarou o vocalista Wesley Crispe, da banda Wes Ventura, durante o show, no 30º Festival de Curitiba.

A banda, que fez sua apresentação na noite de quarta-feira (06) na praça Rui Barbosa, conta com Wesley Crispe, o Wes Ventura que dá nome à banda, que toca guitarra em vários ritmos e compassos melódicos, lembrando muito o músico Nile Rodgers e o groove/funk dos anos 70; Pedro Afara no baixo com identidade marcante dentro das canções e uma forte influência da Black/Soul Music; e Rhuan Rodrigues na bateria, que traz um som orgânico, cru e swingado, com a pegada do improviso do jazz.

A banda tem dois singles lançados: “Em cima do Muro” e “Nada é de graça, neguin.” Os integrantes também pretendem lançar um álbum em breve, “Na madruga sem Pressa”, que relata a vivência deles e a transição da rua para os palcos, revelando as influências e identidades de cada um. Wes Ventura, que é natural de Barretos (SP), mas mora em Curitiba há sete anos, comenta que compõe músicas desde os 14 anos e que tem uma ligação genuína com a arte de rua. Para ele, o que importa é ter uma troca com o seu público no dia a dia.

Quem compareceu no evento teve uma prévia de algumas canções que farão parte do primeiro álbum da banda, com participação especial da cantora e compositora Noemi Carvalho. Ela comentou como foi essa conexão. “Eu conheci o Wes tocando na rua e hoje participei do show. É muito gratificante poder me identificar com as verdades que ele traz e as convivências compartilhadas, como o racismo e a luta contra esse sistema que nós oprime como artistas”.

O público que compareceu ao show elogiou a performance da banda e, principalmente, a autenticidade em cima do palco – como comentou José Almeida, conhecido pela banda como “Índio”: “Sempre acompanhei o Wes Ventura e ajudava na montagem dos equipamentos. Teve até uma vez que carreguei uma parte da bateria para fugir da polícia.”

Durante o show, a banda também abordou temas como o descaso com a cultura no país, a falta de liberdade nas ruas da capital paranaense e a relação das autoridades com a divulgação de suas músicas em praças e bares. Eles também ressaltaram a importância de os jovens tirarem seu título de eleitor e ter consciência na hora de votar.

Para mais informações sobre a agenda do Wes Ventura acesse:

Instagram: https://www.instagram.com/wes_ventura/

Facebook: https://pt-br.facebook.com/WesVenturamusic/

Youtube: https://www.youtube.com/c/WesVentura

A reportagem faz parte do projeto especial para o site bandnewsfm feita em parceria com estudantes do curso de Jornalismo da Universidade Positivo. O texto é de Jefferson Ribeiro .

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