Brincadeira é técnica de terapia para problemas relacionais

(Foto: divulgação/Congresso Psicomotricidade)

O aumento recorrente de conflitos relacionais como agressividade, inibição, excesso de agitação e dependência, faz com que a procura por tratamentos terapêuticos seja cada vez maior. Fatores psicológicos que decorrem das relações afetivas não atingem apenas adultos.

As crianças também sofrem e podem receber tratamentos terapêuticos. E esse é o objetivo da psicomotricidade relacional. O tratamento dos pequenos, mas a diferença dessa técnica é que ela utiliza a brincadeira.

O psicomotrista relacional, Luis Martini, explica que as brincadeiras funcionam como um jogo simbólico com o que vai acontecer na realidade. O profissional que está junto com a criança entra para ajudá-la a resolver o conflito que ela pode encontrar.

Ele ainda esclarece que parte da culpa das novas gerações não conseguirem lidar com esses problemas está no aumento das relações virtuais em detrimento das reais.

Martini conta que a personalidade de uma criança se forma nos primeiros anos de vida e que a descoberta do mundo acontece por meio de entender seu próprio corpo e se projetar nas relações com o próximo.

No meio do caminho, o menino ou a menina pode ter algumas dificuldades, que são os conflitos relacionais como falta de limites, medos, hiperatividade e frustrações, por exemplo.

A psicomotricidade relacional pode ser realizada por profissionais de saúde, educação e assistência social. Para os profissionais interessados pela técnica, está sendo realizado até sábado (15) na ExpoUnimed o terceiro (III) Congresso Internacional de psicomotricidade relacional e o décimo quarto (XIV) Fórum Municipal de Educação. Você pode ter mais informações e se inscrever para o evento pelo site congressopsicomotricidade.com.

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