Proposta para professores das universidades federais deve ser entregue amanhã

Professores de universidades federais que estão em greve a um mês só devem receber amanhã uma proposta do governo. Eles pedem um aumento salarial de 22,08% e como não conseguiram um acordo, estão de braços cruzados desde o dia 17 de maio. A paralisação afeta estudantes da Universidade Federal do Paraná, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná e do Instituto Federal do Paraná. A estimativa dos próprios professores é que 60 mil alunos estejam sem aulas por causa da paralisação em todo o estado. O secretário geral do sindicato que representa os docentes da UFPR, o professor do curso de Medicina Rogério Gomes, explica que o principal problema é a falta de diálogo com o governo.

Ele afirma que as férias dos alunos deve ficar comprometida por causa da greve, que deve alterar todo o calendário acadêmico deste ano.

O coordenador do Núcleo de Concursos da UFPR, que organiza o vestibular da instituição, Raul Von der Heyde, afirma que, por enquanto, a paralisação não deve afetar as datas do vestibular deste ano.

A primeira fase do vestibular deve ser dia 4 ou 11 de novembro, e a segunda fase deve ser nos dias 2 e 3 ou 9 e 10 de dezembro. A situação das universidades federais é ainda mais complicada por causa da greve dos servidores técnico-administrativos, que também estão parados há uma semana.

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